segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

 As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Ao olhar o céu à noite, verá o  brilho e a beleza de cada uma em torno da Lua. Nem sempre elas aparecem, muitas vezes são tímidas o suficiente para mostrar o seu brilho, já outras, brilham tanto que chegam a queimar. Somos como estrelas, se não mostrarmos nosso brilho, somos ofuscados pelo medo, e, se brilharmos demais, somos queimados pela vaidade. 



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